Metodologia · Como intervir

Cinco etapas, do diagnóstico à avaliação.

Um cuidado longitudinal, contínuo desde novembro de 2025, que coloca a equipe Adolpho Porto em contato direto com o idoso diabético e seu contexto.

Local

Clínica da família do município do Rio de Janeiro, na região da Ilha do Governador (AP 3.1). Área de abrangência: bairros do Tauá e do Morro do Dendê.

Período

Em desenvolvimento desde novembro de 2025, em caráter contínuo, sem data de encerramento — em consonância com o cuidado longitudinal da atenção primária.

Participantes

Equipe de saúde da família (médico, enfermeiro, técnicos e agentes comunitários) e usuários idosos com DM2 cadastrados.

As ações — etapas da intervenção

O percurso do cuidado

Etapa 1

1 · Diagnóstico situacional

Levantamento no SISAB/e-SUS dos idosos com DM2, do controle glicêmico e dos motivos de não adesão.

SISAB · e-SUS
nov/2025 · contínuo
Equipe + cadastro
Etapa 2

2 · Capacitação e material educativo

Capacitação da equipe e elaboração de material educativo sobre medicação, efeitos adversos comuns e plano alimentar.

Reuniões MAPP
1º ciclo
Equipe de saúde
Etapa 3

3 · Consultas de seguimento

Consultas com revisão ativa da medicação, metas individualizadas e grupos educativos.

Consultas + grupos
contínuo
Idosos com DM2
Etapa 4

4 · Apoio ao idoso que mora sozinho

Orientação a cuidadores, uso de caixas organizadoras de medicamentos e contato periódico via ACS.

ACS + cuidadores
contínuo
Idosos em moradia solitária
Etapa 5

5 · Avaliação final

Comparando adesão e controle (HbA1c e glicemia) antes e depois da intervenção, com reavaliação periódica dos indicadores.

Mensal
1º ano
Equipe + resultados
“Registrar mensalmente o número de idosos com medicação em dia, o percentual com hemoglobina glicada controlada e a frequência dos grupos educativos. Realizar reuniões periódicas da equipe para reajustar as ações conforme os resultados.”
Avaliação e monitoramento — Metodologia do projeto