Elevar a adesão dos idosos ao tratamento e ao plano alimentar, com metas pactuadas e suporte real no dia a dia.
Aumentar o percentual de pacientes com controle glicêmico adequado e identificar precocemente os efeitos adversos que comprometem o tratamento.
Fortalecer o vínculo entre a equipe e a comunidade, capacitar o time e reconhecer precocemente a própria doença pelos pacientes — reduzindo complicações e internações evitáveis.
A melhora do controle metabólico no idoso com diabetes depende menos de recursos complexos e mais de um cuidado organizado, próximo e que considere a realidade de quem mora sozinho. A experiência da equipe Adolpho Porto, desde novembro de 2025, mostrou que a falha terapêutica muitas vezes não decorre da prescrição, mas das condições sociais, familiares e comportamentais em que o tratamento deve ser realizado. Este projeto propõe uma abordagem factível e replicável, com foco na adesão e na educação em saúde.
“Sistemas de atenção primária fortes e longitudinais produzem melhores desfechos com menor custo, sobretudo em condições crônicas.”